Mai
17
Sáb
Exposição Olaria Norte de Portugal @ Museu de Olaria
Mai 17 2014@10:00 am_Dez 31 2025@5:30 pm
[:pt]Exposição Olaria Norte de Portugal[:en]Pottery from Northern Portugal[:] @ Museu de Olaria

Esta exposição é composta de peças de louça utilitária pertencentes aos mais importantes centros oleiros do norte de Portugal. Este tipo de loiça respeita à olaria destinada aos usos domésticos mais comuns e dava resposta às necessidades familiares. Aqui se encontram, portanto, peças de louça preta, louça vermelha fosca e louça vidrada de Parada de Gatim, Barcelos, Guimarães, Bisalhães, Vilar de Nantes, Selhariz, Pinela, Felgar e Gondar.

Outrora utilizada em todas as casas portuguesas, a louça utilitária começou a cair em desuso a partir da década de setenta do século passado, em detrimento dos utensílios de plástico e de metal.

 

 

 

 

 

 

 

 

VISITA VIRTUAL

 

 

Jan
2
Qua
Revisitar o Figurado
Jan 2 2019@12:00 am_Dez 31 2022@12:00 am
Revisitar o Figurado

Horário ao público:
Terça a sexta-feira: 10h00 às 17h30
Sábados, domingos e feriados: 10h00 às 12h30  | 14h00 às 17h30

*Entrada Gratuita

VISITA VIRTUAL

Fev
15
Sáb
O Figurado de Rosa Ramalho na Coleção do Espanhol
Fev 15 2020@12:00 am_Set 30 2021@12:00 am
[:pt]O Figurado de Rosa Ramalho na Coleção do Espanhol [:]

O figurado de Rosa Ramalho na coleção de Juan Yebra-Pimentel Rodriguez “ O espanhol”

Esta exposição é o resultado de uma grande amizade nascida em finais dos anos 60 entre Juan Rodriguez e Rosa Ramalho, a quem carinhosamente chamava de Rosinha.

Juan Rodriguez, apercebendo-se da criatividade desta mulher do Minho, e sendo ele escultor e um apaixonado pela mitologia grega, acaba por solicitar-lhe a produção de peças por ele desenhadas, algumas inteiramente desconhecidas do grande público, numa conjugação do imaginário dos dois artistas unidos na arte e no amor pelo barro.

Destaca-se nesta exposição a dimensão das peças que altera a função do figurado como brinquedo, para obras de culto, apreciadas por um público adulto e citadino.

A coleção de Juan Yebra Pimentel Rodriguez que o Museu de Olaria expõem na sala dedicada ao figurado, é uma coleção excecional, um tesouro até hoje bem guardado, que o museu coloca à vista de todos.

VISITA VIRTUAL

Mai
18
Seg
O Galo de Barcelos @ Museu de Olaria
Mai 18 2020@10:00 am_Dez 31 2025@5:30 pm
Dez
11
Sex
Reconfigurado
Dez 11 2020@12:00 am_Abr 30 2021@12:00 am
[:pt]Reconfigurado[:]

 
Vinte e sete trabalhos gráficos a que se somam pequenos vídeos com a descrição do processo criativo desenvolvido pelos próprios autores – alunos do 2.a ano do Curso de Design Gráfico da Escola Superior de Design do IPCA. A colaboração com o Museu de Olaria foi estabelecida através da disciplina de Cor e Perceção Visual durante o ano letivo 2019-20.
ReconFIGURADO pareceu ser o baptismo ideal para uma mostra onde o RECONhecimento da cultura local se faz através da interpretação do figurado de Rosa Ramalho que, por sua vez, são interpretações dos ‘dibujos’ do seu amigo espanhol, Juan Yebra-Pimentel Rodríguez.

A proposta de trabalho consistiu na interpretação gráfica de um figurado presente na exposição “O Figurado de Rosa Ramalho na Coleção do Espanhol” patente ao publico de dezembro de 2020 a abril de 2021. O objetivo pedagógico foi o desenvolvimento de competências relacionadas com o domínio e consciência do uso da cor e da composição visual na comunicação. Através de uma experiência inovadora em contexto educativo, desenvolvida por meio da aprendizagem colaborativa em conexão com a comunidade, os alunos exploraram a ligação do Figurado de Barcelos com a memória e o seu conhecimento do artefato antropológico.Com a ideia de potenciar a valorização simbólica da identidade do território através do reconhecimento dos seus valores tradicionais e práticas criativas, os estudantes reinterpretaram e reconceituaram o Figurado de Barcelos. A teoria da cor, o domínio dos elementos visuais, a percepção visual e a investigação sobre a cultura local foram conteúdos abordados por cada estudante. Em paralelo, analisaram-se conceitos como “individualidade”, “luxo” ou “artificialidade”, que, enquanto futuros designers, terão de saber utilizar e traduzir eficazmente no mercado de trabalho para a comunicação visual de informação.

 
Foi, mais uma  vez, através  de uma importante parceria que  Museu de Olaria conseguiu atingir uns dos seus grandes objetivos: criar inovadoras estratégias de comunicação e divulgação dos acervos à sua guarda, potenciando  relações sociais, culturais e, sobretudo, afetivas, entre as peças e espaços que as preservam, e a comunidade que as rodeia.
 Só assim, o Museu pôde, para além da promoção de exposições e atividades lúdico/pedagógicas, desenvolver estratégias com  instituições e associações, com vista à interpretação  singular ou plural, da peça que expõe, resultando disso, frequentemente, enriquecedoras  abordagens e diferentes olhares daquele para o qual a peça foi inicialmente concebida.
Coube, desta vez, aos alunos de Design Gráfico do IPCA, após a visita à exposição O Figurado de Rosa Ramalho na Coleção do Espanhol, o desafio da reinterpretação das peças da Sr.ª Rosa, desafio este, que se materializou na exposição.
 
 

Jan
29
Sex
Escultura Batalha das Flores @ Museu de Olaria
Jan 29@12:00 am
Oficinas Abertas
Jan 29@4:17 pm_Dez 31@5:17 pm
Mar
21
Dom
Dia Europeu da Criatividade Artística
Mar 21@12:00 am_Abr 5@12:00 am
[:pt]Dia Europeu da Criatividade Artística[:]

 

 

 

Mai
12
Qua
Relembrar Coleção de Cerâmica Contemporânea do Museu
Mai 12@12:00 am_Set 26@12:00 am
[:pt]Relembrar Coleção de Cerâmica Contemporânea do Museu[:en]Remember the Contemporary Pottery Collection from the Pottery Museum[:]

 

 

 

 

 

 

 

Produção de Exposição | Bastidores

Aberta ao público até 26 de setembro de 2021

Out
9
Sáb
BONECREIRO @ Museu de Olaria
Out 9 2021@12:00 am_Jan 23 2022@12:00 am
[:pt]BONECREIRO[:en]Bone[:] @ Museu de Olaria

 

A exposição Bonecreiro, que se apresentará entre os dias 9 de Outubro e 23 de janeiro de 2022 no Museu de Olaria de Barcelos, resulta do trabalho desenvolvido pelos artistas Alberto Berruto, Auréline Caltagirone, Carolina Garfo, Fábio Araújo, Francesco Caruso, Laura Monteiro, José Sottomayor e Maria Luísa Ramires numa residência artística organizada pela POUSIO – Arte e Cultura em parceria com o Museu, decorrida entre Maio e Junho deste ano em Barcelos.

Fomentando a criação e a experimentação interdisciplinar destes artistas emergentes em contacto com os artesãos locais do município, a residência artística procurou fortalecer, assim como dinamizar a pesquisa e a produção em torno do artesanato e das práticas artísticas de Barcelos, em diálogo com a sua comunidade.

Com curadoria de Ana Bacelar Begonha, Bonecreiro, que decorrerá na Sala da Capela do Museu, conta com trabalhos multidisciplinares que vão desde a cerâmica, à serigrafia, à pintura, ao vídeo ou ainda à performance e que se preocupam com reinventar e recontextualizar práticas tradicionais, assim como questionar as dicotomias entre velho e novo, digital e material ou real e ficcional.

A exposição contará também com uma projecção do documentário Bonecreiros (2021), de Alberto Berruto e Francesco Caruso, sobre o processo da residência, na Sala Multiusos do Museu no dia 20 de Novembro pelas 16h, para assinalar a semana em que se comemora o dia Mundial da Criatividade.

* Entrada livre |  lotação limitada

 

 ARTISTAS

Alberto Berruto (Turim, 1997) vive e trabalha entre Roma e Turim. Licenciou-se em Novas Tecnologias na Academia Albertina di Belle Arti em Turim (2017-2020) e passou um ano escolar na Accademia di Belle Arti em Carrara. Actualmente encontra-se no Mestrado de Cinematografia e Espetáculo que iniciou em 2020 na Accademia di Belle Arti em Roma. Tem desenvolvido trabalhos como conteúdos criativos de vídeos musicais, produção de curtas-metragens, projectos de realidade virtual e vídeos publicitários. De momento, encontra-se a orientar um projecto musical emergente, entre outros trabalhos como a gestão de redes sociais e a criação de sites. Ultimamente, tem desenvolvido um interesse por vídeos documentais resultante de uma abordagem agregada à realidade virtual.

Auréline Caltagirone (Nice, 1993) vive e trabalha em Lisboa, onde estuda Joalharia Contemporânea na Ar.co – Centro de Arte e Comunicação Visual. É Mestre em Expressão Plástica, especializada em Design de Produto e Cerâmica (2017) pela Escola de Belas Artes de Limoges (França). Expõe colectivamente desde 2015. No seu trabalho, combina as práticas tradicionais com as novas tecnologias, para criar elementos híbridos. Convida-nos a uma reflexão social e cultural, examinando os usos e os rituais induzidos pelos objectos que nos cercam.

Carolina Garfo (Paradela do Rio, 1993) nasce e cresce rodeada pela cerâmica. Após ter-se licenciado em Escultura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa e ter integrado o programa de estudos em Práticas Artísticas da Maumaus, regressa ao ninho e concentra-se na cerâmica. Sediada actualmente na oficina e galeria Arte da Terra em Paradela do Rio, uma aldeia do concelho de Montalegre, Carolina explora o barro, dando voz e espaço a criaturas e ambientes do seu imaginário. Com gosto e determinação, também tem estado atenta às culturas e tradições locais, algo que se preocupa em valorizar e preservar nas gerações contemporâneas. Neste sentido, desde 2015 que participa na organização do Festival do Castanho e em 2017 fundou e coordenou o projecto de residência artística Para de lá dos Montes. À parte a sua participação em diversas exposições colectivas, em 2019 realizou a sua primeira exposição individual de cerâmica, Ponto Amarelo, que arrancou na Galeria do Casino de Lisboa, seguindo até ao Espaço Ócio no Porto. Em 2020, em dupla com a Maria Petrucci, criou Sem Cavalos, uma exposição de cerâmica e som no O STAND PROJECT em Lisboa.

Fábio Araújo (Santa Maria da Feira, 1996) vive e trabalha em Santa Maria da Feira. Tem um Mestrado em Desenho – Artes Plásticas (2020) e uma Licenciatura em Pintura – Artes Plásticas (2018) pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Foi estudante na Akademie výtvarných umění v Praze em Praga, CZ (2019/2020). A partir de outubro de 2021 será docente na Categoria de Assistente Convidado na Escola de Arquitetura, Arte e Design – Universidade do Minho, PT. Expõe colectiva e individualmente desde 2012, podendo mencionar as exposições individuais Backyard interventions (or how to deviate from it’s sayings) (2021), B93, no âmbito da Residência Artística ARE Holland, Enschede, NL e Passagens por terras de ninguém (2020), Museu da FBAUP, PT; e as exposições colectivas Coação Pictórica (2021), Galeria Municipal – Casa dos Crivos, Braga, PT e Noroeste – Sudeste (2019) no Lugar do Desenho, Fundação Júlio Resende, PT. É vencedor do Concurso Novos Artistas da Fundação Bienal de Arte de Cerveira (2021), PT e finalista da Portuguese Emerging Art – Green Edition (2020), PT. O trabalho que tem vindo a desenvolver pretende explorar a relação que o desenho e os objetos pictóricos podem estabelecer com ações performativas a partir de um processo de re-documentação.

Francesco Caruso (Salerno, 1995) vive e trabalha em Turim. Após se ter licenciado em Novas Tecnologias na Accademia di Belle Arti de Turim, em 2020 iniciou o Mestrado de Cinema e Media na Universidade de Turim. Desde muito jovem apaixonado pela fotografia, no decorrer do seu percurso no ensino secundário artístico, começou a desenvolver vídeos musicais e curtas-metragens com os seus colegas. Após esta experiência, continuou a desenvolver vídeos para eventos culturais, publicitários e musicais, mantendo activamente a sua produção artística de domínio fotográfico. O seu ponto de vista é sempre direccionado à procura do real, sem excluir uma aproximação criativa e sensível aos grandes temas da contemporaneidade.

José Sottomayor (Lisboa, 1997) vive e trabalha em Lisboa. Estudou na Escola Secundária Artística António Arroio e especializou-se em cerâmica. Em 2018 licenciou-se em Escultura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Teve a sua primeira exposição individual, Where is the purple man no espaço Duplex em 2019/2020. Tem participado em exposições colectivas como a Casa da Dona Laura 4, Yellow is where the art is e no festival SOMA. Dentro da associação POUSIO desenvolve o papel de criação de novos projectos e coordenação de residências artísticas, como membro da direcção. Actualmente encontra-se a desenvolver um projeto na Associação Luzlinar no distrito de Bragança, onde tem explorado o universo dos ofícios e da matéria prima da terra. O seu trabalho artístico, maioritariamente escultura e desenho, tem como objecto principal de estudo a cor e a matéria, nas suas diferentes plasticidades.

Laura Monteiro (Lisboa, 1994) cresceu entre derivas na cidade e reuniões familiares. Frequentou o curso de Escultura na Faculdade de Belas Artes de Lisboa. Entre tantos, ajuda e participa na organização de festas, encontros e convivas em Portugal e Ibiza. Aprende e pratica a auto-edição de objectos em papel para folhear. Dedica-se ao movimento dos pés e, mais recentemente, à sua em-raíz-são. Regista todos estes e outros acontecimentos em largas resmas de papel e parede.

Maria Luísa Ramires (Coimbra, 1994) vive e trabalha em Lisboa. Concluiu o curso de Pintura na Faculdade de Belas Artes de Lisboa em 2016 e o Mestrado de Mercados da Arte no ISCTE em 2018.  Combina frequentemente técnicas manuais com técnicas digitais, remetendo-nos para a união entre estes dois mundos.  Expõe o seu trabalho desde 2016, em Portugal e no estrangeiro, de onde se destacam as exposições Rhizom 21 em Nykobing, Dinamarca e Carmo, Chiado e a Respublica Litteraria: Artes na Esfera Pública em Auckland e na Maison André Gouveia em Paris. Conta com exposições em diversas instituições como o Museu Nacional Machado de Castro em Coimbra, o Museu Nacional do Tesouro da Misericórdia em Viseu, o Convento do Carmo, o Museu da Guarda e a Casa das Histórias em Cascais. Participa regularmente em residências artísticas, como a Kunstkollektive 8B em 2020 e Bonecreiro em 2021. Actualmente é representada pelas Galerias Meraki e Amorpho.

 

A POUSIO – Arte e Cultura é uma associação que surgiu em 2019 para dar resposta à necessidade de criação de novos contextos de produção artística. Liga produtores culturais nacionais – artistas, curadores, museólogos e investigadores – a comunidades social ou culturalmente isoladas no país. Propondo várias formas de contacto, a POUSIO tem como objetivo: evidenciar a importância da arte e da cultura como instrumentos de novas soluções sociais; Incentivar a produção artística desafiando-a a conhecer novas realidades, a abrir diálogo com novas comunidades e artistas, a expor a sua experiência; promover a troca de conhecimento e criar uma cultura de serviço – uma cultura que crie novos acessos. 

 

  | Produção da Exposição

From the 9th of October to the 31st of December, POUSIO will be presenting “Bonecreiro”, an exhibition by Alberto Berruto, Auréline Caltagirone, Carolina Garfo, Fábio Araújo, Francesco Caruso, José Sottomayor, Laura Monteiro and Maria Luísa Ramires at the Pottery Museum of Barcelos.

Curated by Ana Bacelar Begonha, the exhibition shows new works produced by these artists during an artistic residency between may and june of this year, organized through a partnership with the museum. Taking Barcelos’s craftsmanship and local practices as their starting point, the artists are presenting multidisciplinary projects that range from ceramics, to serigraphy, painting, video or performance. 

The entrance is free of charge, the capacity is limited.

Location:
Chapel Room of the Pottery Museum 
Rua Cónego Joaquim Gaiolas
4750-306 Barcelos

Opening hours:
Tuesday to friday > 10am – 5.30pm
Saturdays, sundays and holidays > 10am – 12.30am I 2pm – 5pm