Barros do Telhado

No âmbito do projeto a “Casa do Barro” foi estabelecido um protocolo de colaboração entre o Município do Fundão e o Município de Barcelos, tendo em vista a cooperação para a dinamização da Casa do Barro, na freguesia do Telhado, concelho de Fundão, através do Museu de Olaria, com o empréstimo de peças do espólio do museu. Promover e desenvolver espaços culturais e a melhoria da qualidade de vida das populações locais pela sua fixação em meio rural é um dos objetivos deste projeto, nomeadamente no que respeita à gestão e manutenção deste espaço através da colaboração entre as duas instituições.

Horário de Funcionamento:
De 2ª a 6ª feira: Das 09h00 às 13h00 e das 14h00 às 17h00
Sábado das 14h00 às 17h30

*Entrada Gratuita

“an essence of a legacy” (uma essência de um legado)

“an essence of a legacy” (uma essência de um legado) é uma criação audiovisual inspirada na arte e na criatividade do Figurado Barcelos, cuja identidade é um símbolo da capacidade criadora de uma comunidade e nos transporta para novas dimensões do território da região oleira de Barcelos, com recurso à exploração dos seus aspetos sonoros e visuais.
“an essence of a legacy” procura desenvolver uma viagem de experiências preceptivas, procurando representar as suas características identitárias mais particulares.

Ficha Artistica e Técnica:
Conceito, gravação, edição, composição sonora e visual, e interpretação: Frederico Dinis
Produção: Pensamento Voador – Associação para a promoção de ideias
Apoio à residência: Museu de Olaria
Apoios: Câmara Municipal de Barcelos, Museu de Olaria, Turismo de Barcelos, Pensamento Voador – Associação para a promoção de ideias, CEIS20 – Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX
Agradecimentos: Cerâmica João Coelho Silva, Júlia Côta, Armando Brás, Rosa Portela, Irmãos Baraça

Biografia:
Frederico Dinis é um compositor intermédia português, performer audiovisual e investigador de media arts, que procura representar um espaço-tempo figurativo, combinando narrativas sonoras e visuais com espaços inusitados. O seu trabalho tem sido abraçado por museus, salas de concerto, espaços públicos e eventos, na Europa e no Brasil.

Geração Mistério

Mistérios” do Barro

Dando continuidade ao ciclo de exposições sobre as famílias barristas mais emblemáticas da região oleira de Barcelos, o Museu de Olaria abriu o ano de 2019 com um certame dedicado ao figurado da Família Mistério.

A produção de louças de barro tem contribuido, desde há muito tempo, para a subsistência económica de muitas centenas de famílias da região oleira de Barcelos, e simultaneamente “modelou” a identidade social e cultural do concelho. Curioso, é verificar-se que além da constante renovação dos barristas barcelenses, essa forma de saber-fazer colectiva não limita ou esmaga a criatividade singular, antes tem permitido o emergir de artesãos que, pelos seus traços peculiares, não só honram o artesanato das famílias de onde são provenientes como, eles mesmos, se tornam figuras de reconhecido prestígio nacional e internacional.

Nessa senda, os protagonistas da família Mistério são um excelente exemplo de como se pode conciliar a perpetuação de um nome e uma memória com o projectar de brilhantes carreiras artísticas singulares.

UMA GERAÇÃO DE BARAÇAS LIGADA PELO BARRO

 

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UMA GERAÇÃO DE BARAÇAS LIGADA PELO BARRO

É já no dia 3 de fevereiro de 2018 que abre ao público a próxima exposição temporária dedicada às famílias que produziram e produzem Figurado em Barcelos!

A geração Baraça tem início com Ana Lopes Gonçalves Valada, conhecida como Ana Baraça, cuja vida e obra foi reconhecida publicamente pelo Estado Português, a 8 de março de 1985, sendo condecorada pelo Presidente da República com o grau de Oficial da Ordem do Infante Dom Henrique.

A arte de trabalhar ao barro passou-a ao filho Fernando e à filha Rosalina. A mestria continua com os netos, primeiro Carlos, hoje com Vítor e Moisés. Dos temas tradicionais, com especial incidência no mundo rural, na religião e na festa, surgem hoje novas abordagens.

Uma geração de Baraças ligada pelo barro, com mais de uma centena de peças, a visitar no Museu de Olaria até 31 de dezembro de 2018.

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Exposição Pelas Mãos de Côta

O Museu de Olaria inaugurou no dia 4 de fevereiro de 2017 as exposições “Geração Côta” e “Pelas Mãos de Côta” no âmbito da 2ª mostra do Ciclo de Exposições dedicado às famílias mais carismáticas do artesanato figurativo barcelense.

Num universo de 139 peças de figurado, a exposição “Geração de Côta” contou com peças de Júlia Côta, Rosa Côta e Prazeres Côta pertencentes ao acervo do Museu de Olaria e da coleção particular de Prazeres Côta, entre músicos e coretos, presépios, cabeçudos, bonecas, bois, santos populares, anjos, diabo, mochos entre outros.

A exposição “Pelas Mãos de Côta”,  contou com 75 peças na sua maioria da coleção particular de Júlia Côta, desde músicos, bonecas, bois, centros de mesa, presépios grandes e pequenos, coretos, juntas de bois, numa variedade de artesanato figurativo com apitos em muitas das peças que apresenta.

Exposição Geração Côta

O Museu de Olaria inaugura no dia 4 de Fevereiro às 18H00 duas exposições “Geração Côta” e “Pelas Mãos de Côta” no âmbito da 2ª mostra do Ciclo de Exposições dedicado às famílias mais carismáticas do artesanato figurativo barcelense.

Num universo de 139 peças de figurado, a “Geração de Côta” contará com peças de Júlia Côta, Rosa Côta e Prazeres Côta pertencentes ao acervo do Museu de Olaria e da coleção particular de Prazeres Côta, entre músicos e coretos, presépios, cabeçudos, bonecas, bois, santos populares, anjos, diabo, mochos entre outros.

A exposição “Pelas Mãos de Côta”,  com 75 peças na sua maioria da coleção particular de Júlia Côta, onde se destaca, músicos, bonecas, bois, centros de mesa, presépios grandes e pequenos, coretos, juntas de bois, numa variedade de artesanato figurativo com apitos em muitas das peças que apresenta.

EXPOSIÇÃO FRAGMENTOS SUSPENSOS: INQUIETUDES | YOLA VALE

A Sala da Capela do Museu de Olaria recebeu no dia 01 de outubro de 2016 a exposição de cerâmica “Fragmentos Suspensos: Inquietudes” da artista Yola Vale.

Neste seu mais recente trabalho, através de uma série de murais fragmentados, suspensos por delicados fios, a artista explorou os limites da cerâmica, remetendo-nos para o universo da tapeçaria ou da armadura oriental, num constante equilíbrio entre a fragilidade dos fragmentos e a robustez do material.

Os pontos de partida dos trabalhos de Yola Vale são os mais diversos, procurando inspiração nas viagens que realiza ou simplesmente na natureza. Inquieta-se com todos os problemas do mundo atual, refletindo e materializando as suas dúvidas e preocupações no próprio trabalho.

Yola Vale nasce no ano de 1975, em Espinho. Concluiu a licenciatura em Escultura na Universidade das Artes de Coimbra – ARCA|EUAC em 1999, ano em que partiu para Cabo Verde como docente das disciplinas de desenho e geometria descritiva durante dois anos. Em 2001, mudou-se para Proença-a-Nova onde ainda hoje tem o seu atelier. Desde então, tem sido promotora de inúmeros cursos e workshops de cerâmica ao nível da iniciação, modelação, ou murais cerâmicos, dedicando especial atenção à técnica do rakú. Participa regularmente em exposições, simpósios e bienais internacionais e as suas obras estão representadas em diversas coleções públicas e privadas.